segunda-feira, 13 de maio de 2013

despedida

só pra começar, queria deixar claro que isso aqui envolve muito mais coisa do que você pode pensar. este é um relato que demorou meses a ser escrito e que provavelmente, ainda não está pronto. por isso, serão facilmente encontradas contradições, absurdos e alguns delírios quaisquer no meio dessas linhas tão pensadas e tão pesadas. é importante dizer também que a nossa essência sempre permanece, por isso, pra quem me conhece tão bem, fica logo claro que nada se espera deste texto, que não passa de um simples desabafo de uma pessoa que tem o exagero como parte natural de tudo que se envolve. além disso, referências são sempre importantes, sejam lá quais e de onde venham, não é isso que faz com que duas pessoas sejam diferentes, pelo contrário, é isso que dá tanto assunto pra quem tem tão pouco em comum.
direto ao ponto: foram (e são, ainda) tantas coincidências, tantos detalhes, tantas perguntas sem respostas e tantas picuinhas movidas a erros de interpretação que eu fico impressionado como ainda tenho a capacidade de conseguir tocar nesse assunto, como ainda tenho tranquilidade pra saber que tudo passou e como ainda tenho esperança de ainda ter esperanças sobre algo que teoricamente, nunca existiu.
eu sempre fui naturalmente exagerado, já disse isso, e agora descobri que também sou previsível. ou, no mínimo, vendo por um lado positivo, que sou uma pessoa transparente, que não consegue esconder o que sente (isso eu já sabia, só não tinha levado por este lado da previsibilidade). fato é que eu sempre soube onde tudo isso ia chegar, até escrevi sobre. inclusive, escrevi que depois disso tudo eu seria uma pessoa melhor e realmente, foi isso que aconteceu. por mais que pareça o contrário, nossas muitas diferenças só fizeram me acrescentar, ver um monte de coisas que dificilmente eu veria e principalmente, me fizeram mais forte, mais preparado e eu arriscaria até um 'mais frio', mas essa expressão seria mal interpretada, então deixa ela pra lá. digamos apenas que você, minha Diana, nem precisou vestir seu uniforme de mulher-maravilha para praticar o seu maior ato de heroísmo possível. bastou ser você mesma. como diria Roberto Carlos...

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